terça-feira, 29 de novembro de 2011

Autobiografia


      Como é bom ser criança a gente só pensa em brincar, brincar... Brinquei muito! Todos os dias na frente da casa do vovô eu, meus cinco irmãos, primos e colegas ficávamos as gritarias correndo de um lado para o outro.
       Brincávamos de pega-pega, pira alta, rouba bandeira, bobinho... E se energia fosse embora a brincadeira era logo pique esconde e contar historinhas arrepiantes. Na escola adorava ir à biblioteca ler literaturas infantis e na hora do recreio era aquela algazarra brincar de correr junto com os colegas. Nossa que tempo bom! Sem grandes preocupações.
       Na adolescência a brincadeira era passear de bicicleta e vôlei na rua, não fui rebelde, mas tive os meus conflitos e indagações dessa fase. Dois anos depois de ter concluído o ensino médio cursei educação física, mas não terminei.
      A maior alegria da minha vida foi ter conhecido o Evangelho de Jesus Cristo. Um tempo marcante foram as viagens que fiz em algumas cidades do estado da Bahia, fui missionária e tive a experiência de esquecer de mim mesma e pensar mais nas outras pessoas.
      Minha família cresceu muito é uma agitação só. Amo isso! Imagino que é por isso que quero ter oito filhos. Curso pedagogia e futuramente quero fazer biologia, tenho metas de estudar outras áreas também, para eu ter conhecimento que é algo muito especial.
      Ainda tenho uma longa trajetória pela minha vida, pois tenho grandes sonhos a realizar e muitos desafios a enfrentar, porque é desta maneira que deixamos o nosso legado.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Texto narrativo _ assunto tragédia

Francisco
     Ainda menino saira com seu pai pelas matas verdejantes do Amazonas para extrair o látex da seringueira.
    Aos 16 anos viera com sua família para amada cidade de PortoVelho e assim partira novamente para o seringal _ a extração do látex é um trabalho árduo em que exige um grande esforço físico, a pessoa necessita caminhar km para obter resultados em seu trabalho.
    As condições de sua vida o obrigara a trabalhar muito em força braçal. Ouvi váras de suas histórias de bravura e de coragem; até ataque índigenas sofrera.
    Anos se passaram, Porto Velho já não era mais aquela cidade pacata, foi para zona rural de Porto Velho com o intuito de ser um fazendeiro. Ali deu todo o seu empenho cultivou plantações e investiu na criação de gados.
    No dia 03 de Agosto de 2005 recebemos a pior notícia que poderíamos ter para a nossa família, tio Francisco fora morto cruelmente em seu casebre. O homicida matou um rapaz enforcado para simular que a vítima tinha matado Francisco e depois de arrependido cometeu suicídio. O mesmo anunciou a morte dos dois contando uma farsa, se contradizendo confessou os crimes.
    A nossa família não é mais a mesma sem ele, o que nos conforta é o seu grande legado e as maravilhosas lembranças que nos deixou de sua vida.